Processo Seletivo de Pesquisa e Extensão 2016.2

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Está aberto o processo seletivo de discentes para pesquisa e extensão no período 2016.2. As inscrições vão até a próxima sexta-feira, dia 05 de agosto, neste link. Os projetos elencados abaixo foram aprovados para execução em 2016.2 pelo Centro Universitário de João Pessoa através do edital 02-2016 da Pró-Reitoria Acadêmica. Mais detalhes em http://unipe.br/2016/06/30/proac-divulga-lista-de-projetos-2016-2-aprovados/

Projetos de Extensão

Slide4Slide3LEIA AQUI O EDITAL DE SELEÇÃO PARA ESTE PROJETO


Slide2LEIA AQUI O EDITAL DE SELEÇÃO PARA ESTE PROJETO


Projeto de PesquisaSlide1

LEIA AQUI O EDITAL DE SELEÇÃO PARA ESTE PROJETO

Relato de experiência no ensino da Anatomia: Medicina UNIPÊ

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Apresentação de relato de experiência realizada na V SAPIENS, Semana de Atualização Pedagógica, promovida pelo Centro Universitário de João Pessoa!

Anatomia

Confira no ResearchGate, DOI:10.13140/RG.2.1.5141.4002

Nem só de cadáveres vive a Anatomia: o papel da abordagem anatomoclínica em contextos complexos

Novo Acordo Ortográfico do Português Brasileiro: O que muda nos termos biomédicos?

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Em vigência no Brasil desde janeiro de 2013, o novo acordo ortográfico da língua portuguesa ainda gera dúvidas sobre o modo adequado de grafar algumas palavras. Muitas das dúvidas, provavelmente, são decorrentes das inúmeras exceções identificadas no português brasileiro em relação às regras gerais.

Considerando as regras de acentuação gráfica, mais simples, as principais mudanças se deram na remoção ou manutenção de acentos quanto a sua posição nas sílabas tônicas e nos encontros vocálicos. Os quadros abaixo ilustram alguns exemplos do uso ou desuso dos acentos.

Acta Cirurgica Brasileira

Acta Cirurgica Brasileira. Vol 27:7, 2012.

Além das mudanças na acentuação, as alterações na grafia de palavras relacionadas ao uso do hífe, estão dentre aquelas com maior número de dúvidas. Abaixo descrevemos as principais regras, e exemplos de uso na terminologia biomédica (anatômica).

Usa-se o hífen para separar prefixos quando o segundo elemento começa com h

Adeno-hipófise
Mm. infra-hioideos
M. tíreo-hioideo
M. estilo-hioideo
M. milo-hioideo
M. omo-hioideo
M. esterno-hioideo
Anti-histamínico
Recessos supra-hepáticos
Neuro-hipófise

Não se utiliza hífen quando a vogal final do prefixo e a inicial do segundo elemento forem diferentes

Trato corticoespinal
Trato neoespinotalâmico
Neurônio pseudounipolar
Semiespinha nasal
Prega ariepiglótica
Forame infraorbital
Anteroinferior

Sempre a vogal final do prefixo e a inicial do segundo elemento forem iguais, usa-se o hífen

Anti-inflamatório
Micro-organismo
Intra-auricular
Retro-ocular

Quando o prefixo co- justapõe-se ao segundo elemento, não se usa prefixo

Coordenação motora

Não se usa hífen quando o prefixo terminado em vogal e segundo elemento inicia em consoante

Trato espinotalâmico
M. esternotireoideo
M. cricotireoideo
Válvula semilunar
Microcefalia
Antebraço
Arquicerebelo
Semicanal incisivo
Hipotireoidismo
Gordura extraperitoneal
Espaço retroperitoneal
Veia retromandibular
Correlações anatomoclínicas
Laterolateral
Posteromedial
Paratireoide
Aracnoidemáter

Quando o segundo elemento inicia em r ou s, duplicam-se as consoantes

Autorregulação
Macrossistema
Contrarresistência
Hiperssensibilidade
Antirrugas
Glândula suprarrenal
Anterossuperior

Quando o segundo elemento inicia em r com os prefixos hiper, inter e super, usa-se hífen

Hiper-reflexivo

Não se usa hífen quando o segundo elemento não inicia em r nos prefixos hiper, inter e super

Hiperextensão
Hipertensão
Plano interespinal
Plano intertubercular
Prega interuretérica

Usa-se hífen quando o prefixo sub é seguido por b, h ou r

Sub-humano

Nos demais casos, não se usa hífen

Submentual
Submandibular
Subcostal
Subdural
Subaracnoideo
Núcleo subtalâmico

Em compostos com recém, usa-se hífen

Recém-nascido
Recém-formado

Pré- e pós- mantém o uso do hífen, exceto quando não são acentuados:

pré-cúneo, preconceito, predisposição, posfácio

 


Quadro: Pereira TA, Montero EFS. Terminologia DeCS e as novas regras ortográficas da língua portuguesa:  orientações para uma atualização. Acta Cirurgica Brasileira, 27:7, 2012.

 

 

How to stream your PowerPoint presentation online?

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Sometimes, streaming a PowerPoint presentation may be very useful, specially when you want or need to interact with those watching you. Some good options are available for this purpose but you need to pay for a premium account. This function was created on Microsoft Powerpoint some versions ago, but until now still unused.

Following these steps, you’ll be able to:

  1. Stream your presentation online and;
  2. (Additionally) Add a QR Code for allowing your watchers to access your presentation more easily.

You only need:

  1. A licensed Office account;
  2. A Microsoft Powerpoint presentation and;
  3. Internet connection.

FIRST STEP: Open the Powerpoint presentation you want to stream.

There are no restrictions for using this function of PowerPoint, but you need to pay attention for some aspects:

  1. Videos or animated images on your presentation may not be able to play in a stream;
  2. Transitions and other spectactular animations on PowerPoint too;
  3. If you have a video in your presentation, preffer to add a link to its location and play in a external software during your presentation;
  4. Big files takes more time for uploading, then be patient;
  5. All texts written in your slides will be coppied to presentation window, so take care for what you write in “Notes” window.

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SECOND STEP: Click on FILE > SHARE > PRESENT ONLINE.

Here you will find a square button called “Present Online”. Clicking on it, you will upload your presentation to a temporary server that will broadcast your presentation.

If you want to allow your watchers to download your presentation, check on “Enable remote viewers to download the presentation”. Your Powerpoint file (.ppt or .pptx) will be downloaded to watchers device.

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THIRD STEP: Wait your presentation to upload.

Be patient if your file size is big.

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FOURTH STEP: Copy or Send the URL to your presentation.

Is this URL you will share with your watchers. The options are:

  1. Copy link for sharing (not very useful, specially because watchers need to write it to access the presentation);
  2. Send in Email (you can use it if your watchers are connected with their emails; not useful for bigger audiences);
  3. Send in IM… (nothing to tell…).

Considering these options to share the presentation URL, I developed the following steps for allowing my watchers to easily access my stream…

FIFTH STEP: Create a QR Code.

With the URL for presentation copied to clipboard, open your browser in a QR Code Generator. The best option I found is goqr.me, because you are able to choose the size and a file type with better quality (.png).

So, paste the URL into “Content” for Website adress.

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SIXTH STEP: Edit your QR Code.

By default, I place the size on 400 pixels with a white border higher than 5. Download your QR Code as a PNG file for a better quality image.

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SEVENTH STEP: Paste your QR Code in first slides of your presentation.

I paste it in first and second slides, for allowing watchers to shot the code in first moments of the presentation. REMEMBER, you’ll do this just before to start your presentation, so it’s recommended to try this when you are preparing your presentation to avoid or predict issues on your slides.

It’s useful to paste it in some slides in the middle of your presentation, considering that some watchers may be late for your meeting.

!Attention!: Immediatly after pasting the QR Code, an alert will be shown on your presentation. “ONLINE PRESENTATION PAUSED”. Don’t worry. This happens because Powerpoint detected that the content of the file uploaded recently is different now. When you finish to paste the QR Code in some slides of your presentation, click on “Resume” button found in that alert. Only click “Resume” after making all changes on your presentation, this will update your presentation online.

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The “Resume” button will bring you a small window showing that your live stream is being updated. Wait some seconds (or maybe minutes) until finished…8

LAST STEP: ENJOY IT! Your presentation is ready for sharing!

Now it’s time to duplicate your presentation in a projector and to tell your watchers that your slides are streaming online. They only need to read the QR Code to have access to the presentation in their smartphones, tablets or computers.

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Did you like this tutorial? Please, share with your friends using the buttons available on this site.
Remember to add a small reference if you reproduce it entirely or partially on your page.

Doubts? Add a comment or talk to me at @anatomizando!

I Workshop de Anatomia Palpatória da Cabeça e Pescoço: abordagem clínica e funcional

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Workshop Anatomia Palpatória
da Cabeça e Pescoço

Abordagem Clínica e Funcional

Dias 6 e 7 de novembro de 2015

 20 horas

Público alvo: Profissionais de saúde e estudantes de graduação na área de saúde (a partir do 3º período)

Objetivo

Capacitar os participantes para a identificação e palpação de estruturas da cabeça e pescoço proporcionando excelência clínica na avaliação, diagnóstico e tratamento das alterações com base na Anatomia.


Programação

– Tegumento comum;
– Introdução a Anatomia Palpatória da cabeça e pescoço;
– Técnicas palpatórias;
– Técnicas de palpação de estruturas da cabeça e pescoço: tegumento, ossos, ligamentos, músculos, vasos sanguíneos, linfonodos, cavidade oral, região cervical e laringe.


80% PRÁTICAS DE
 AVALIAÇÃO POR TÉCNICAS PALPATÓRIAS

MATERIAL DE PRÁTICA INCLUSO!

20 VAGAS!


Investimento

A vista: R$250  |  À prazo: 1+1 de R$150

Pagamento por depósito em conta:

Caixa Econômica
Conta Poupança 3131-8
Agência 1456
Operação 013

! O comprovante de depósito deverá ser encaminhado por e-mail ou telefone.
E-mail: tomazdemorais@hotmail.com.
Telefones: 83-99342-9457 ou 83-99832-5072


Local

Acuscenter, Edifício Stephano Center. Rua Joaquim Pires Ferreira, 210 – Sala 4, Bairro dos Estados, João Pessoa – PB. Próximo ao Shopping Sebrae.


Facilitadores

Profa. Ana Karine Farias da Trindade

Título de Proficiência em Anatomia Humana pela
Sociedade Brasileira de Anatomia, 2014.

Universidade Federal da Paraíba – UFPB

Prof. James F Tomaz-Morais

Professor de Anatomia Humana
Universidade Federal da Paraíba – UFPB
Centro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ

 INSCREVA-SE

Como obter sucesso no curso de Anatomia?

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Pesquisas na área da educação biomédica indicam que uma das principais razões para a Anatomia ser vista como um curso (muito) difícil está na inexperiência dos estudantes no ensino superior, já que a Anatomia é um dos primeiros temas que os estudantes são apresentados. Mas esta inexperiência não deve ser uma barreira. Utilizar e desenvolver metodologias que facilitem o aprendizado é papel fundamental do corpo docente para que os objetivos de ensino sejam alcançados.

Por ser um passo fundamental para a formação em saúde, estar aberto às experiências é o primeiro passo para se dar bem no curso de Anatomia. Considerando que a Anatomia não é um fim e sim um meio para completar a sua formação, é importante lembrar que quanto mais se envolve, mais sólida se torna a sua formação.

A seguir, elencamos algumas dicas para que possa aproveitar ao máximo do seu curso de Anatomia (e, claro, obter sucesso enquanto estudante e futuro profissional):

  • Apareça sempre que possível no laboratório.
Por ser um curso teórico-prático, além do domínio dos aspectos conceituais, a sua aprendizagem também será verificada com base no domínio na prática. Quanto mais você pratica, mais informações se estabilizam em sua memória.
    • Otimize o seu tempo no laboratório revisando o assunto com antecedência.

      Isso irá ajudar você a concentrar seu tempo no laboratório de forma mais sistemática. Tente organizar uma sequência lógica para os estudos e focar nos pontos mais complicados para você.
      • Não deixe para estudar na noite anterior ao exame.

        A aquisição do vocabulário anatômico requer um pouco de tempo e treino. Lembre-se, boa parte desse vocabulário você deverá usar por toda a sua vida profissional já que é uma das bases do “dicionário biomédico”. Sendo assim, se você procrastinar, haverá muito para aprender em pouco tempo.
      • Prefira estudar pouco, mas com frequência.

        Longas maratonas de estudo não são recomendadas. Seu sistema nervoso aprende melhor se você estudar um pouco várias vezes. Use estratégias diferentes para não se cansar do livro: vídeos na internet, imagens, discussão com os colegas, etc. Tudo isso conta como estudo!
      • Sistematize seu estudo.

        Uma das estratégias mais recomendadas é inicialmente compreender o tema como um todo. No primeiro contato com o tema, leia até o fim (mesmo que não entenda tudo). É importante ter uma imagem mental de como o “quebra-cabeças” se organiza (e não se preocupe se as peças não fazem sentido nesse momento). Organize as peças do tema em grupos de acordo com o assunto em questão, e somente depois dedique seu tempo a montá-las, grupo por grupo, conforme o nível de complexidade.
      • Considere estudar com um colega ou em um pequeno grupo.

        Diversas pesquisas na educação biomédica em Anatomia são unânimes ao considerar a importância do aprendizado por pares. Especialmente nas práticas do laboratório, o estudo em grupo permitirá fixar o conteúdo, ajudar seus colegas, identificar seus erros e, ainda, aprender a trabalhar em equipe.
      • Estude com o maior número de órgãos ou doadores possível.

        Na maioria das vezes não há como saber qual dos órgãos disponíveis no laboratório estará no exame. E no futuro, você nunca saberá quais as características do paciente que chegará em seu consultório. Portanto, ter contato com o maior número possível de estruturas fará com que você se familiarize com as estruturas em questão. Isto fará com que você consolide o seu aprendizado sobre os padrões de variação anatômica. Afinal, cada indivíduo é único.
      • Tente desenvolver esquemas ou desenhos que ajudem a representar órgãos mais complexos.

        Não precisa ser um bom artista. Esquematizar ou desenhar estruturas e suas relações são ótimas estratégias para visualizar mentalmente algo dito “complexo”. Caso tente usar esta técnica, você verá que tudo que já estudou antes podia ter sido fixado com maior rapidez e eficiência.
      • Caso tenha dificuldade com o curso ou seu desempenho esteja aquém das suas expectativas, procure seu professor.

        E não, isto não tem haver com capacidade de aprendizado. Em todas as circunstâncias, seu professor tem o dever de ajudá-lo a alcançar seus objetivos.

Comunicação Acadêmica: uso do e-mail

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Neste texto discutiremos alguns aspectos da comunicação acadêmica. Nada de teoria ou fundamentos da comunicação acadêmica, mas de aspectos práticos do principal instrumento utilizado para comunicação entre membros da comunidade acadêmica nos dias de hoje, o e-mail.

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A seguir estão algumas dicas de como potencializar o uso desta ferramenta no cotidiano:

COMUNICAÇÃO

Durante o envio de mensagens através do seu e-mail considere evitar as seguintes situações:

  • Enviar e-mail sem assinatura com nome e sobrenome.
  • Mensagem com escrita comprometedora ou excessivamente coloquial, sem correção gramatical ou ortográfica. Apesar da proximidade do vínculo acadêmico, não se esqueça que a relação é profissional e em algumas situações estas mensagens são como documentos. Aliás, ao contrário do que se representa na maioria das vezes, o e-mail é a principal ferramenta de comunicação PÚBLICA da atualidade. Sim, isto mesmo, pública! Portanto, se suas mensagens não são necessariamente privadas, elas podem ser encaminhadas ou transferidas para outros servidores. Não escreva algo que possa causar problemas no futuro caso o e-mail seja tornado público.
  • Envio de arquivos sem descrição do conteúdo no nome no arquivo. (Ex.: resenha.docx; meutrabalho.pdf; trabalho_versão5.docx). Imagine como deve ser difícil receber dezenas de arquivos por semana e ter que administrar todos eles.
  • Mensagens com emoticons. Você pode até querer ilustrar a sua emoção nas mensagens através dos emoticons, porém, uma mensagem de vínculo acadêmico não é o local mais apropriado. Guarde-os para dividir com seus amigos. 😜
  • Tenha cuidado ao escolher as saudações em mensagens acadêmicas, especialmente se será destinada a algum professor, diretor ou chefe.
  • Ao início de qualquer mensagem: apresente-se! São muitos contatos e, às vezes, apenas o nome pode não ser suficiente para recordar de imediato. Isto se torna desnecessário nos círculos mais próximos ou de contato mais frequente.
  • Ao enviar um e-mail para um desconhecido, cumprimente-o sendo o mais formal possível. Aguarde a resposta e deixe que o seu contato informe como prefere ser chamado. A forma mais educada para se cumprimentar alguém é o modo como ela deseja que o seja.
  • Ao responder um e-mail, na dúvida, cumprimente da mesma forma que foi cumprimentado.
  • Ao responder um email recebido de um desconhecido, avalie a forma com que o texto foi formatado e tente manter o mesmo padrão. Já é um ótimo começo.
  • Lembre-se sempre do uso correto de letras maiúsculas e minúsculas. Escrever completamente em um modo de capitalização (seja maiúscula ou minúscula) transmite preguiça  e desleixe. O uso de CAPSLOCK para escrever frases inteiras também deixa o texto rude, é desnecessário e sem função.
  • Sempre releia o e-mail antes de enviar. Erros de escrita e concordância podem ser identificados nesta releitura. Além disso, mensagens cheias de erros podem não ser levadas a sério (especialmente se for um contato solicitando um estágio ou trabalho, por exemplo).
  • Use exclamações e demais elementos de ênfase com cuidado. 
  • Mantenha a escrita formatada em fonte, tamanho e cor padrões. Sua fonte preferida pode ser a Comic Sans tamanho 14 cor vinho, mas convenhamos que ela não se encaixa bem nos padrões formais.
  • Não se esqueça, ao escrever um e-mail precisamos de objetividade. Nossas caixas de entrada recebem cada vez mais e-mails; precisamos de mais mensagens e menos novelas.
  • O assunto do e-mail não existe por acaso, ele serve para descrevermos com precisão sobre o que a mensagem trata.
  • Despeça-se apropriadamente. Alguns dos termos mais usados são: Atenciosamente, Cumprimentos, Muito obrigado, Sinceramente, Cordialmente, Obrigado.
  • Mantenha cópias de seus emails, tanto enviados quanto recebidos. No meio digital não há problemas com acúmulo de papel ou poeira, portanto, guarde tudo! Se preferir, organize os emails em pastas por função ou por ano, assim manterá a sua caixa de entrada apenas com o que está trabalhando no momento. E vale a pena reforçar, um dia você precisará daquele e-mail que excluiu por achar irrelevante.
  • Agradeça quando receber respostas, especialmente aquelas com atenção. Isso mostra que você valoriza o tempo do outro e um agradecimento pode fazer toda a diferença. Ao receber um documento importante, também é sempre bom responder a mensagem confirmando o seu recebimento.

MENSAGENS

Abaixo seguem alguns padrões de mensagens para nunca enviar ao seu professor/tutor/avaliador:

  • Bom dia. (…) Gostaria de saber se perdi algum conteúdo importante nas aulas que faltei. (…)
  • (…) Antes de me matricular, gostaria de saber se seu componente curricular será difícil. (…)
  • (…)Isto ou aquilo estará na avaliação? (…)
  • (…) Poderia me informar se eu preciso mesmo ler o livro do autor X (obrigatório)?
  • (…) Que tipo de atividade eu poderia fazer para conseguir pontos extra?
  • (…) Por que recebi a nota 3? (ou 4, 5, 6, etc.)

Algumas outras…

  • (…) Eu enviei o arquivo com o trabalho para o seu e-mail na data combinada, mas não entendo porquê não chegou em sua caixa de entrada.
  • Questões que poderiam ser respondidas em conversa com colegas ou pelo Mr. Google.

E-MAIL

Considere evitar as situações abaixo ao criar seu usuário de e-mail para uso acadêmico ou profissional:

  • Uso excessivo de números e símbolos no seu usuário (username).
  • Uso de diminutivos do seu nome, adjetivos ou metáforas. (Ex.: aninhasacks@mail.com; pablo-crazy@mail.com)
  • Não repita letras para conseguir um usuário de email (Ex.: joaosilvaaaa@mail.com).
  • Evite colocar sua profissão em seu usuário. Quem o (a) conhece certamente saberá disto, e caso contrário, acabará sendo informada por outro meio mais cedo ou mais tarde. Totalmente desnecessário. (Ex.: freud.psicanalise@mail.com; niemeyer-arquiteto@mail.com)
  • Caso seu nome ou sobrenome tenha as letras S ou Z, em hipótese alguma ouse trocá-las para conseguir o usuário que você quer. Apesar do som (muitas vezes) ser mantido na fala, a grafia não fica agradável. (Ex: carloscazagrande@mail.com)

Dicas:

  • Tente variações de abreviações funcionais e fáceis de memorizar, de seu nome e sobrenome. Pode ser útil inserir a inicial de seu segundo nome, abreviar algum sobrenome ou até o seu primeiro nome. Caso seu nome inteiro seja composto por um nome e até dois sobrenomes, vale a pena usá-lo tal como consta em seu registro de nascimento. (Ex.: pedroacabral@mail.com; pacabral@mail.com; pedroac@mail.com; palvaresc@mail.com; etc.).
  • Apesar de o sublinhado ou underline (_) ser mais utilizado, seu preenchimento requere a pressão da tecla shift. Como o objetivo é praticidade, se ao criar seu usuário for necessário o uso de símbolos, prefira utilizar ponto (.) ou hífen (-). Isso tornará a digitação mais rápida e prática.

ASSINATURA

Uma assinatura padronizada, consistente e simples, geralmente, transmite a ideia de profissionalismo nos contatos acadêmicos. Seu objetivo é maximizar o contato com aquele que recebe a mensagem. Esta assinatura será útil em e-mails formais com mensagens relativas ao vínculo acadêmico ou outras circunstâncias impessoais (pessoas com as quais você não possui um relacionamento próximo), especialmente mensagens que poderão ser encaminhadas a outros destinatários quando tratar de outros interesses.

Dicas:

  • Independente do tipo (formal ou informal), sempre é importante finalizar uma mensagem de e-mail com a assinatura de seu nome completo. Principalmente caso se você está enviando uma mensagem de um usuário de e-mail que é utilizado por muitas pessoas (Ex.: e-mail de turmas ou setores). Sem isto, seu e-mail torna-se rude, podendo ser inclusive ignorado por alguns.
  • Não utilize imagens ou logos na assinatura de e-mail. Dependendo do padrão de configuração de e-mail usado por você ou por quem o recebe (Rich-text, HTML, etc.) as imagens podem não ser incorporadas, ou aparecer como arquivo anexo ou como um hiperlink; perdendo assim toda a sua função. Além disto, elas aumentam o tamanho da sua mensageml e vários dispositivos bloqueiam o aparecimento de imagens para economia de dados. Se você usar o modo de texto padrão para editar sua assinatura, ela estará compatível com todos os provedores e dispositivos.
  • Assinaturas grandes acabam não sendo funcionais. Menos é mais.
  • Use uma fonte simples, tamanhos de 9 a 12, de preferência a fonte padrão de seu provedor. Algumas fontes com detalhes estéticos mais rebuscados, podem não ser traduzidas nos provedores de quem recebe sua mensagem.
  • Caso goste de personalização, você pode utilizar os recursos de negrito e itálico, com moderação. Cores nem sempre são transmitidas por todos os formatos, mas podem ser usadas caso não abra mão disto. Mas lembre-se, o preto continua sendo básico.
  • O uso de barra (|) pode ser interessante para separar informações em uma mesma linha como telefones, fax, endereço, etc. (Ex: Telefone | Móvel | Fax | Endereço)

Informações essenciais:

Nome (com abreviações ou não).

Telefone/Móvel/Fax (Usar formato 000-000-000)

Opcionais:

Posição/Profissão/Função/Cargo

Instituição/Centro/Faculdade/Unidade

Website/Media social relevante (Sem o prefixo http:// )

Exemplo:

Charles R. Darwin
Estudante, Centro de Artes
Universidade de Cambridge
121-80919-1882 | 288-19190-8121
darwin.co | @cdarwin | fb.com/cdarwin

Evite enquadrar as situações abaixo ao preparar sua assinatura de e-mail:

  • Inserir seu e-mail. Sem sombra de dúvidas essa é a prática comum mais inexplicável e redundante de todas. Ora, quem recebe o seu e-mail já o sabe por meios óbvios.
  • Sua titulação. Ela será necessária em outros meios, não neste. O reconhecimento virá a partir de seu nome e não da titulação. Este é um sinal de que se deseja desesperadamente um “extra” no status.
  • Links para rede social particular. Isto pode ser embaraçoso em algumas situações.
  • Passagens ou citações literárias ou para inspiração. Deixe isso para o seu Twitter ou Tumblr.